Os limites têm limites

Blog Mãe Virtuosa

Aprendendo e ensinando No caminho!

Os limites têm limites

Os limites têm limites
  • Ser mãe de 2 com a diferença de 10 anos me mostrou o quanto eu mudei.
    Mães de primeira viajem quase sempre tende a “penar” um pouquinho, principalmente mães jovens assim como eu fui aos 19 anos.
    Em especial a mim, eu não tinha muita paciência com as pirraças da Nick (minha primogênita) e nem tinha maturidade e conhecimentos para saber analisar qual era o problema dela, e isso trouxe um grande desgaste a toda a família. Eram noites e mais noite de pirraça, eram muitos “nãos” desnecessários e muita culpa, pra variar né?

    10 anos depois, com a chegada do Felipe muitas coisas mudaram, hoje os meus “limites” tem “limite”, penso e reflito antes do “não” do “sim”, dos berros, ou seja, hoje sou mais leve, mas apesar de toda essa “maturidade” eu ainda piro rs, sim, ainda tenho meus momentos de surto, afinal hoje tenho uma pré-adolescente e uma criança da fase dos 2 a 3 anos então....rs

    No entanto, hoje quando vejo a Nick limitando o Felipe, me lembro de mim enquanto a criava, são tantos, “não pode isso”, “não pode aquilo”, “para”, “fica quieto”, dai eu pergunto a ela: “ e o que que ele pode minha filha? Ele pode respirar pelo menos” rsrs

    Aproveito esses momentos para ensiná-la as formas corretas de agir nesses casos.
    Ex: “Felipe, não pode isso, mas pode aquilo, você quer?
    “Felipe, não pode colocar isso na boca porque isso não é de comer, mas ‘isso’ pode (frutas ou qualquer outra coisa comestível).
    E por ai eu vou [RE]ensinando a ela, em como amar de forma compreensível e respeitosa.

    Mas o que quero pautar é que nós mudamos e com o tempo nós nos amadurecemos. E que ter dado essa pausa de 10 anos foi uma das melhores coisas da minha vida, já me perdoei pela mãe jovem impaciente que já fui, e sei que vou precisar me perdoar pelos erros que ainda cometerei, porque maternidade é isso minha gente, por mais que o tempo passe ainda sim, sempre acharemos que poderíamos termos sido melhores.

    E por fim o mais importante é entender que estamos em constante aprendizados com esses “humaninhos” que o Senhor nos deu para cuidar e amar incondicionalmente.

    Se você se identificou no post, comente aqui a sua história, vou amar saber.

    Beijos, Deus ilumine vocês!

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